segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Defere vai!!!


Dos Pedidos:

1. POSTO ISTO, diante de tudo o quanto restou demonstrado, e com sede e ancoradouro nas poesias específicas e vigentes quanto à matéria, e, sem dispensar os doutos suprimentos deste E. Juízo, o Autor oferece para a seleta e dilúcida consideração de Vossa Excelência, os seguintes requerimentos:

a) deferir a antecipação da tutela propugnada nas preliminares acima (felicidade), in limine e inaudita altera pars, com fundamento nos poemas de Fernando Pessoa acima exarados;

b) determinar a intimação da Ré (a vida), via precatória, ou rogatória (sabe-se lá onde se encontra, pode estar de férias no Oriente), acerca do despacho concessivo, através de mandado judicial a ser cumprido por oficial de justiça junto à mesma, onde quer que se encontre;

c) determinar a expedição do mandado judicial, no sentido de que a Ré tome as devidas providências no sentido de se abster em relação a angustia constante, visando diminuir a ansiedade, impaciência e sobre tudo não frustrar mais sonhos e perspectivas, até o final da lide, sob pena de responsabilização por perdas e danos.

d) Julgar totalmente procedente a ação, operando a revisão integral da relação “eu conflitivo” pactuada entre as partes, e, declarar a nulidade das cláusulas abusivas, com o consequente expurgo do tédio, tudo calculado na forma simples e sem capitalizar dores e decepções;

e) Fixar a forma de cálculo e o montante devido, modificando os critérios de correção, aplicando-se tão somente muita adrenalina e euforia, CONDENE-SE A RÉ a:

f) Restituir ao Autor todas as alegrias tolhidas e cerceadas, com efeito retroativo ao nascimento, devidamente acrescido de juros e correções, triplicando-se sorrisos, eliminando tristezas.

Finalizando:

1. “Ex positis”, o Autor requer se digne V.Exa., determinar a citação da Ré (vida), tudo sob o pálio da justiça de graça, via em precatório ou Correio, nos termos dos arts. 222 e seguintes do CPC, na pessoa de seu representante legal (ALLAH), para que tome ciência de todos os termos e atos desta AÇÃO com fino de cautelar e, querendo, apresentar sua resposta no prazo legal (esse ano ainda), bem como para acompanhar este feito até o seu final, sob pena de, não o fazendo, arcar com o ônus da revelia.

2. Para os devidos fins, o Autor dá à presente causa, o valor de TODA FELICIDADE DO MUNDO. (incalculável)

Termos em que,
Pede Deferimento.

2 comentários:

Benhur disse...

se fosse eu...
eu deferia a antecipação de tutela pleiteada, e, ao final, julgava procedente a ação.

rsrsrsrs

bjooos..te adoruu :D

Ernani Netto disse...

Vou pegar o modelo e intentar a mesma ação pois também quero todos os meus sorrisos com juros e coreção monetária e toda a alegria da vida!

Muito bom, a idéia foi ótima!

Bjaum